domingo, 11 de maio de 2025

São Matias, Apóstolo-Festa, 14/05/2025

SÃO MATIAS, APÓSTOLO

14 de Maio

Primeira Leitura: At 1,15-17.20-26

15Naqueles dias, Pedro levantou-se no meio dos irmãos e disse: 16“Irmãos, era preciso que se cumprisse o que o Espírito Santo, por meio de Davi, anunciou na Escritura sobre Judas, que se tornou o guia daqueles que prenderam Jesus. 17Judas era um dos nossos e participava do mesmo ministério. 20De fato, no livro dos Salmos está escrito: ‘Fique deserta a sua morada, nem haja quem nela habite!’ E ainda: ‘Que outro ocupe o seu lugar!’ 21Há homens que nos acompanharam durante todo o tempo em que o Senhor Jesus vivia no meio de nós, 22a começar pelo batismo de João até o dia em que foi elevado ao céu. Agora, é preciso que um deles se junte a nós para ser testemunha da sua ressurreição.” 23Então eles apresentaram dois homens: José, chamado Barsabás, que tinha o apelido de Justo, e Matias. 24Em seguida, fizeram esta oração: “Senhor, tu conheces os corações de todos. Mostra-nos qual destes dois escolhestes 25para ocupar, neste ministério e apostolado, o lugar que Judas abandonou para seguir o seu destino!”.  26Então tiraram a sorte entre os dois. A sorte caiu em Matias, o qual foi juntado ao número dos onze apóstolos.

Evangelho: Jo 15,9-17

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 9 Como meu Pai me amou, assim também eu vos amei. Permanecei no meu amor. 10 Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como eu guardei os mandamentos do meu Pai e permaneço no seu amor. 11 E eu vos disse isto, para que a minha alegria esteja em vós e a vossa alegria seja plena. 12 Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei. 13 Ninguém tem amor maior do que aquele quesua vida pelos amigos. 14 Vós sois meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando. 15 não vos chamo servos, pois o servo não sabe o que faz o seu senhor. Eu vos chamo amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi de meu Pai. 16 Não fostes vós que me es­colhestes, mas fui eu que vos escolhi e vos designei para irdes e para que produzais fruto e o vosso fruto permaneça. O que então pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo concederá. 17 Isto é o que vos ordeno: amai-vos uns aos outros.

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Neste dia celebramos a festa de São Matias, Apostolo. Matias (hebraico: Mattityah) significa presente ou dom (mattit) de Javé (Iah). Do apóstolo Matias sabemos somente seu Nome e sua eleição (Cf. At 1,15-26). Ele é o apóstolo número 13. É um apóstolo “póstumo”, pois ele foi eleito por outros 11 outros Apóstolos depois da Morte e da Ascensão do de Jesus para preencher o lugar de Judas que se enforcou.  Assim se mantém os doze apóstolos, número simbólico que representa a unidade e a totalidade da Igreja, o novo povo de Deus.

Ao falar do Apóstolo Matias não tem como evitar em falar de Judas Iscariotes, pois Matias foi escolhido para substituir o lugar de Judas Iscariotes. Apesar de ser ecônomo do grupo (Jo 12,,6b; 13,29ª), Judas Iscariotes, na realidade, é qualificado também como “ladrão” (Jo 12,6ª). Fica a pergunta: “Por que o Senhor escolheu Judas Iscariotes como um dos Doze Apóstolos?”. Ninguém é capaz de ter uma resposta. Trata-se do mistério da escolha. Permanece também o mistério da escolha porque Jesus pronuncia um juízo muito severo sobre Judas Iscariotes que entrega o Senhor aos inimigos por trinta moedas de prata (Mt 26,14-16).: Ai daquele pelo qual o Filho do Homem será entregue(Mt 26,24). Torna-se mais ainda denso o mistério sobre o destino eterno de Judas Iscariotes que “ se arrependeu e restituiu as trinta moedas de prta aos sumos sacerdotes e aos anciãos, dizendo: ‘Pequei, entregando sangue incocente’ (Mt 27,3-4). Logo depois ele se enforcou (Mt 27,5). Ainda que Judas Iscariotes tenha se afastado para se enforcar, não compete a nós julgarmos o seu gesto, colocando-nos em lugar de Deus, infinitamente misericordioso e justo.

A traição de Judas Iscariotes permanece um mistério, também, apesar de Jesus tratá-lo como um amigo (Mt 26,50). São João diz expressamente que “tendo já o diabo posto no coração de Judas Iscariotes que entregasse o Senhor” (Jo 13,2). Deus respeita a liberdade humana.

A exemplo de Judas Iscariotes, as possibilidades de perversão do coração humano são verdadeiramente inúmeras. Creio que o único meio de evitá-las consiste em não cultivar uma visão das coisas apenas individualista, autônoma, mas, ao contrário, em colocar-se sempre, de novo, ao lado de Jesus, assumindo seu ponto de vista, pois Ele ama cada ser humano incondicionalmente (Jo 13,1). São Bento dizia: “Nunca desesperar da misericórdia divina”, pois Deus é “maior do que o nosso coração” como diz são João (1Jo 3,20). Tenhamos presentes no nosso coração duas coisas. Primeira: Jesus respeita a nossa liberdade. Segunda: Jesus espera a nossa disponibilidade para o arrependimento e para a conversão, pois Ele é rico de misericórdia e de perdão.

Os discípulos de Jesus, imediatamente depois da Ascensão, voltaram do monte das Oliveiras para Jerusalém (cf. At 1,12). Jesus havia escolhido Doze homens para que fossem seus Apóstolos especiais (cf. Mc 3,14), mas naquele momento não eram Doze e sim onze. Judas Iscariotes tinha passado para o grupo dos inimigos de Jesus. E os Apóstolos tinham que ser Doze quando Jesus voltasse. Ele lhes havia dito que, na sua volta gloriosa, os Doze se sentariam sobre doze tronos para reger as doze tribos de Israel (cf. Lc 22,28-30). Mas naquele momento faltava um homem para um trono. O primeiro problema com que se enfrentou a Igreja foi buscar um substituto de Judas Iscariotes, o traidor.

Pedro, que sempre foi o porta-voz do pensamento dos demais apóstolos, se levantou em meio da comunidade e disse: “Irmãos, era necessário que se cumprisse o que o Espírito Santo anunciou na Escritura pela boca de David a respeito de Judas, que foi o guia dos que prenderam Jesus” (At 1,16).

Pedro, ao falar de Judas Iscariotes com tanta delicadeza, parece ter presente a advertência de Jesus: “Sede misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso. Não julgais, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados” (Lc 6,36-37). Pedro não chamou Judas de ladrão nem de traidor, pois Jesus havia ensinado a caridade fraterna que se estende a todos como a misericórdia divina (cf. Mt 5,44-45).

E Pedro acrescentou: “Está realmente escrito no Livro dos Salmos: ‘Fique deserta a sua habitação e não haja quem nela resida’. E ainda: ‘Receba outro o seu encargo’”. Estas palavras de Pedro são tiradas de dois salmos: Sl 69 e Sl 109. Esses dois Salmos pertencem à serie das maldiçoes dirigidas contra os inimigos do rei Davi, quando não existia ainda a caridade cristã. Interpretando esses versículos como profecias, a primeira se cumpriu com a morte de Judas Iscariotes. É necessário que a segunda se cumpra também. Por isso, foi feita a eleição do substituto de Judas Iscariotes.

Fundamentalmente, há dois requisitos do apóstolo. Primeiro, o subtituto de Judas Iscariotes deve ser um discípulo da primeira hora, isto é, alguém que condividiu a atividade pública de Jesus, de modo que seja pessoalmente garante da tradição histórica (cf. Lc 1,2). Segundo, Ele deve ser alguém que fez a experiência do Senhor ressuscitado, O encontrou, O viu e escutou, e pode tornar público o testemunho deste fato., pois os Apóstolos são testemunhas do Senhor ressuscitado. Com estas duas condições fica asssegurada a continuidade histórica entre Jesus e a Igreja e para estabelecer  a solidez da tradição sobre a qual se fundamenta a fé dos cristãos.

Postas condições, se encontraram dois homens que pareciam com iguais méritos para aspirar ao apostolo. Um era José, de apelido Barsabás, chamado Justo, e Matias. Como o chamamento ao apostolado não é coisa de homens e sim de Deus, Deus terá que escolher entre aqueles dois discípulos que pareciam iguais em méritos. Por isso, aquela comunidade cristã rezou confiadamente: “Senhor, tu conheces os corações de todos. Mostra-nos qual destes dois escolhestes para ocupar, neste ministério e apostolado, o lugar que Judas abandonou para seguir o seu destino!”. Nesta primeira súplica da Igreja há uma nova mostra da delicadeza e da caridade que vemos em Pedro. A expressãoseguir seu destinoé uma expressão ou eufemismo aramaico para dizer simplesmente que um homem morreu.

É digno de observar e de levar em conta a eleição do novo apóstolo num clima de oração. Os Onze apóstolo entram em oração para saber a vontade de Deus. Com isso os apóstolos querem nos dizer claramente que a eleição realizada não é obra dos apóstolos e sim totalmente a vontade e a intervenção de Deus. Esta lição é um ótimo ensinamento para nós: temos que deixar abertas nossas decisões à vontade de Deus e inspirar nossas opções nas opções de Deus. A oração é um dos temas preferidos de são Lucas em suas duas obras (evangelho e Atos). O homem precisa do silêncio e da solidão para encontrar Deus e para se encontrar com Deus. Por isso, a oração é também o momento ou lugar da revelação de Deus. O silêncio permite e possibilita a presença da eternidade. O silêncio pode nos levar a encontrarmos o nosso eixo. A vida nunca é o que se consegue. A vida não é o que se tem. Não pode ignorar que tudo quanto se alcança ou se ganha, materialmente, se perde. A vida é o que se é. E só o que se é, permanece. Deus escuta para quem tem tempo para rezar, e fala para quem tem tempo para escutá-Lo. É preciso colocar a vida na oração e a oração na vida. A história de nossa oração é também a história de nossa vida.

Para conhecer a vontade divina, sem exigir de Deus uma aparição nem uma revelação, decidiram tirar sorte. É algo que hoje em dia nos pode estranhar, mas que era costume naquela época. Apelava-se para a sorte para decidir entre duas soluções aparentemente equivalentes, mas é feita antes a oração. Por isso, recorriam à vontade e à providencia divina ao tirar sorte. Não se tratava de causalidade física ou humana e sim da causalidade divina. Cada semana, no Templo de Jerusalém, os sacerdotes tiravam sorte para fazer os ofícios no Templo (cf. Lc 1,8-9). Ao pedir a intervenção divina na eleição, coloca Matias na categoria dos Onze Apóstolos: “A sorte caiu em Matias, o qual foi juntado ao número dos onze apóstolos”.

É digno de observar e de levar em conta a eleição do novo apóstolo num clima de oração. Os Onze apóstolo entram em oração para saber a vontade de Deus. Com isso os apóstolos querem nos dizer claramente que a eleição realizada não é obra dos apóstolos e sim totalmente a vontade e a intervenção de Deus. Esta lição é um ótimo ensinamento para nós: temos que deixar abertas nossas decisões à vontade de Deus e inspirar nossas opções nas opções de Deus.

Assim termina, no Livro dos Atos, a história de São Matias. Nada mais se sabe dele em particular. Com esta simplicidade aparece e desaparece no documentário histórico este Apostolo póstumo. E daquele colégio apostólico que atuou desde Pentecostes, Matias foi o único não escolhido diretamente por Jesus, pois foi o apostolo póstumo de Jesus, incorporado ao colégio apostólico para ocupar o lugar deixado por Judas Iscariotes. Assim com a eleição de Matias completou-se novamente o número Doze. Uma antiga tradição conta que Matias morreu crucificado.

Matias foi escolhido através da chamada divina para ocupar o lugar de Judas Iscariotes, como para compensar a traição de Judas. Como sabemos que Judas traiu Jesus, seu Mestre. O Verbo "trair" deriva de uma palavra grega que significa "entregar". Por vezes o seu sujeito é inclusivamente Deus em pessoa: foi ele que por amor "entregou" Jesus por todos nós (cf. Rm 8, 32). No seu misterioso projeto salvífico, Deus assume o gesto imperdoável de Judas como ocasião da doação total do Filho para a redenção do mundo. Matias precisamente ocupa o lugar de Judas Iscariotes. Deus precisa de cada um de nós para completar sua obra de redenção.

Tenhamos consciência de que na Igreja não faltam cristãos indignos e traidores. Mas compete a cada um de nós equilibrar o mal que eles praticam com o nosso testemunho transparente a Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador.

São Matias, Apostolo, é pouco conhecido, mas é santo. Ele é como tantos homens e mulheres simples, de caridade enorme, de compaixão sem medida pelo próximo, mas silenciosos na sua missão e no bem e na bondade que praticam e cuja vida é desconhecida pela maioria, mas são santos como São Matias: as santas mães, as santas costureiras pelos pobres, santas pessoas que dedicam seu tempo para ajudar os necessitados na caridade fraterna, os que se dedicam seu tempo para visitar os doentes e os idosos nos asilos. É como uma formiga num formigueiro, mas ajuda na sua construção. O brilho dos santos silenciosos se marca nas pessoas que eles ajudam, pois eles sempre fazem tudo por amor de Deus e com muito amor a Deus e ao próximo. Sãosantos Matias” de hoje e de sempre.  Que, pela intercessão de São Matias, sejamos instrumentos da caridade para tantos irmãos que necessitam, de alguma forma, de nossa ajuda. São Matias, o apóstolo do Senhor, rogai por nós.

O apóstolo é alguém que se sente chamado a amar, a amar até o extremo, a amar além de toda possibilidade humana, a amar a todos, sempre, a amar até a entrega total de si mesmo, a exemplo do prório Jesus. Por isso, o apóstolo, antes de tudo, deve “permanecer no amor”: no amor de Jesus a eles (apóstolos) e no amor do Pai a Jesus: “Como meu Pai me amou, assim também eu vos amei. Permanecei no meu amor”. Permanecer no amor significa viver em comunhão perfeita que é, ao mesmo tempo, horizontal e vertical, isto é, com os irmãos na fé e com Deus, término último de nosso amor.

“Deus nos ama” é a mensagem muito forte do Evangelho de hoje. O amor de Deus por nós chegou até o extremo de entregar seu próprio Filho para o perdão de nossos pecados e para que n´Ele recebamos a própria vida de Deus. Jesus Cristo, sua vida, seu ministério, suas palavras, suas obras, sua própria pessoa, é a linguagem pela qual Deus nos diz quanto nos ama. Mas de nada servirá esta oferta de amor que Deus faz, se nos fecharmos e não nos deixarmos amar. Nossa felicidade não consiste apenas em ser amados, nem tampouco em amar aos demais como Cristo nos amou. Para que a felicidade seja nossa e chegue à sua plenitude em nós, devemos nos deixar amar, devemos aceitar conscientemente esse amor, devemos caminhar alegres por este amor, seguros e dispostos a tudo num compromisso de totalidade com Aquele que nos ama. Esse amor nos leva a darmos frutos, frutos de amor que permaneçam como um sinal de que glorificamos nosso Deus e Pai.

O amor, que Deus nos tem, nos reúne, como filhos e filhas seus, para participarmos da Mesa em que seu Filho não somente se faz presente entre nós mediante o Memorial de seu Mistério Pascal (Paixão-Morte-Ressurreição) e sim que se converte em alimento de Vida eterna para nós todos. Jesus, tendo nos amado, nos amou até ao extremo. Que abramos nosso ser completamente a esse amor para que o amor de Deus, que nos manifestou em seu Filho Jesus Cristo, seja nosso. O amor é que nos leva para a vida eterna. O amor nos eleva até Deus de amor. O amor nos torna divinos, isto é somos elevados até o Deus de amor. O amor nos torna irmãos para os outros, pois Deus é o Pai Nosso.

Por isso, podemos entender que o maior mandamento do Senhor é amar: “Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei”. O ponto de referência para nosso amor é o amor que o Senhor tem por nós. De que maneira o Senhor nos amou? São João respondeu: “... tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim” (Jo 13,1), isto é, até a entrega de sua vida na cruz a fim de nos salvar. Por isso, o Senhor Jesus afirma: “Ninguém tem amor maior do que aquele que dá sua vida pelos amigos. Vós sois meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando”. Ninguém valoriza tanto a vida como quem se expõe a perder a própria vida para que os outros vivam.

Entrar em comunhão de vida com Cristo, portanto, nos leva a aceitarmos ser perdoados e renovados em Cristo Jesus. Na Eucaristia não somente celebramos o amor de Deus por nós e sim que o tornemos nosso, de tal forma que, renovados em Cristo Jesus, não caminharemos sob o impulso de nossos caprichos nem de nossas paixões desordenadas e sim sob o impulso do Espirito de Deus e a Vida nova que de Deus recebemos em Jesus Cristo, Pão da Vida eterna para nós.

Todos os cristãos são chamados a exercer uma vida apostólica. Fazemos parte da Igreja católica-apostólica-romana. O verdadeiro cristão, seguidor de Cristo, se sente chamado a viver este amor “até o fim”, isto é, até a entrega de si mesmo. Não há a verdadeira amizade sem a entrega de si mesmo: “Ninguém tem amor maior do que aquele que dá sua vida pelos amigos. Vós sois meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando”. Nisto se diferencia o amigo do servo!

São Matias, Apostolo, é pouco conhecido, mas é santo. Ele é como tantos homens e mulheres simples, de caridade enorme, de compaixão sem medida pelo próximo, mas silenciosos na sua missão e cuja vida é desconhecida pela maioria, mas são santos como São Matias: as santas mães, as santas costureiras pelos pobres, santas pessoas que dedicam seu tempo para ajudar os necessitados na caridade fraterna. É como uma formiga num formigueiro, mas ajuda na sua construção. O brilho dos santos silenciosos se marca nas pessoas que eles ajudam, pois eles sempre fazem tudo por amor de Deus e com muito amor a Deus e ao próximo. São “santos Matias” de hoje e de sempre.

P. Vitus Gustama,svd

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